deixa….
deixa o silêncio percorrer os ponteiros enquanto chovem corpos.
deixa que aterrem já desfeitos…
deixa que o pó suba e não te deixe ver o sangue e os pedaços de gente lama.
deixa.te…
cego de vida e quieto…
ouves? (…)
é a guerra…
deixa que passe enquanto descobres o que fazer sozinho quando soltarem as pombas…
sentes? (…)
é o frio que te ferve os dias… o frio que te trespassa o corpo…
deixa.o…
já não há porque lutar…
